Em Porto Alegre, ativistas distribuíram panfletos na Redenção, mas a adesão foi reduzida.
Manifestantes exibiram faixas junto ao Monumento ao Expedicionário Com um número bem menos expressivo do que nas últimas mobilizações contra a corrupção, representantes de diversos movimentos, organizados através das redes sociais na internet, se reuniram ontem à tarde em frente o Monumento ao Expedicionário, no Parque da Redenção.
O grupo distribuiu panfleto aos frequentadores e aproveitou o encontro para definir os detalhes de uma outra manifestação, agendada para o próximo fim de semana. Integrante do segmento gaúcho do movimento Acorda Brasil, a advogada Rosângela Puhl destacou a necessidade de fiscalização da verba pública. "É importante mostrar que a gente está de olho", afirmou.
Também participaram da mobilização alguns integrantes do grupo Anonymous, que tem nas redes sociais a sua principal forma de articulação. Caracterizados com máscaras, eles fazem jus ao nome do grupo e preferem não personalizar as manifestações.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS) se somou ao protesto através do movimento Agora Chega. Para o presidente da subseção de Cachoeirinha, Dorival Ipe, a mobilização traduz "um anseio da sociedade que a cada dia tem se manifestado mais forte por ética e moralidade na administração pública".
A próxima atividade pela ética na política e pela moralidade na administração pública está programada para o próximo sábado. A partir das 13h, uma passeata sai do Monumento ao Expedicionário em direção à Praça da Matriz, onde os manifestantes ficarão em vigília até o domingo, quando retornam ao Parque da Redenção.
Marcha também reúniu 20 mil em Brasília; Rio, São Paulo, Curitiba e Recife também tiveram atividades.

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